Tem tanto significado me atropelando, que preciso de reinauguar estas páginas, para compartilhar tudo que estou vendo, vivendo, sentindo com tudo tanto!
Roteirizar, produzir, dirigir e editar um filme, com uma equipe gigante me assessorando na contrução de mim mesma, cineasta, merece várias páginas, palavras a perder de vista e imagens lindas!
Para inaugurar esta fase dos conteúdos cinematográficos de mim mesma, vou repostar um texto que fiz para o jornal Rotha Cultural, de João Monlevade!
Publicado há cerca de um mês, quando eu estava no centro do furacão! Toda a equipe do Instituto Marlim Azul, promotor desta maravilha de projeto, rico como o quê, estava saindo daqui, depois de 5 dias me fazendo cineasta e realizando a filmagem daquele roteiro que me ajudaram a compor e a produzir!!
Segue o texto... extes dias, virão vários outros conteúdos sobre as etapas vividas, produzidas, aprendidas, filmadas, TUDO ENORME!
#repost ROTHA CULTURAL
EU, CINEASTA DE MIM
Roteirizando, produzindo, dirigindo e editando uma história minha, vivo o cinema na carne, ao dia
Já andei passeando aqui, pelas páginas do Rotha, contando da expectativa e da emoção de ter um texto selecionado para virar filme, pelo CURTA VITÓRIA MINAS, projeto do Instituto Marlim Azul, em Vitória, ES, patrocinado pela Vale via LEI ROUANET.
Contei esta parte, da expectativa que era, da emoção que se tornou e depois transbordou! A expectativa de ter uma história transformada em filme e mais, por você mesma, no meu caso, eu mesma(!), moradora dos trilhos da Estrada de Ferro Vitória a Minas, me sacudiu de um jeito que me falta vocabulário para descrever. Uma expectativa que era gigante e foi ultrapassada, no aprendizado e na realização.
Resgatando minha história e contextualizando os novos leitores, meu texto feito filme chama-se EU SOU É EU MESMA e conta do meu resgate de mim mesma depois de um acidente grave de sequelas cognitivas, afetando identidade, raciocínio, memória, tudo que guardamos na cabeça.
Neste momento agora quero falar do sentimento em ebulição em mim de realizar este projeto. Roteirista, produtora, diretora e agora editora. Tudo ao mesmo tempo ontem, hoje, amanhã. Com o apoio e o suporte de profissionais experientes, densos e super qualificados. E com poesia no olhar. E o suporte absoluto e integral do IMA!
Desde que participei da imersão na arte do cinema na sede do Instituto, em Vitória, ES, ainda não tive pausa para respirar. E está gostoso! O nível de entrega que o projeto pede me atrai. Não sou muito afeita a respirar pausadamente, gosto de ofegar. Por justa causa, assim, vale a vida!
Sair de nosso lugar de fala cotidiano e assumir outro, com suporte profissional, mas com responsabilidade de resposta como o projeto CURTA VITÓRIA MINAS pede (exige) é MA-RA- VI- LHO -SO!
Falei com duas pessoas imersas (imensas!) neste projeto, uma da ponta da produção e oferta, Beatriz Lindenberg, do Instituto Marlim Azul e outra da ponta da recepção (do prêmio, mais produção do filme!), Sandra Coelho, ganhadora feita cineasta, de Nova Era da última edição. Falei com as duas que meu olhar de hoje depois de viver este projeto imenso em cada detalhe é de felicidade de ter tido a indicação, a oportunidade e a qualidade necessárias (não vou tirar meu mérito do jogo!).
Outro ponto digno de pauta e de muito orgulho é da alta adesão de família e amigos ao projeto. Equipe de produção, atores, protagonistas e coadjuvantes, figurantes, gravações de dia inteiro, noite e madrugada, uffffa!!! Muito a agradecer! Compartilharemos do prêmio juntos, quando o filme chegar!
Ô Sorte! Convoco Wilson das Neves, baterista emblemático da história da MPB, para me ajudar na definição desta torrente de significado e aprendizado que passou por mim e me fez cineasta de mim mesma.
Pensei em descrever estes papeis que assumi; melhor, pensei em descrever a assunção destes papéis, mas me falta léxico para tanto aprendizado e trabalho feito realização. Acho que não dá para sentir por empatia, tem que experimentar.
Fica de olho no perfil do Instagram e no site do IMA para saber quando sai a próxima edição do CURTA VITÓRIA MINAS e integrar. Só sentindo. Lendo aqui, por melhor que me aplique em descrever, você não vai ter ideia! Não vai saber da missa a metade!
Enquanto a 5ª edição não vem (a 4ª tá rolando ainda, com força) vai vendo que tanto de projeto phoda que eles têm. Divirta-se fazendo boas conexões, enquanto o lobo não vem!
E bom trabalho na próxima edição do projeto! Vou torcer para que você consiga me entender, na íntegra, na prática!
PICS by Mariana Lima, Instituto Marlin Azul
Poliana Guerra é administradora e jornalista, de Nova Era e contemplada para produzir o filme “Eu Sou é Eu Mesma”, do Instituto Marlin Azul, através do projeto projeto Curta Vitória a Minas IV, que transforma histórias de moradores em filmes.


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